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Ciclo da
Resposta Sexual Humana
1.
Sexo não se nasce sabendo, aprenda com seu
corpo!
Uma das maiores causas de problemas sexuais
está na desinformação e na falta de
conhecimento do próprio corpo. Se não sei como
reajo ao estímulo sexual, quais partes de mim
são mais sensíveis ao toque, como poderei
tirar maior prazer de mim mesmo e de um
parceiro? Busque orientação especializada! Em
algum momento, na sua intimidade, vasculhe seu
corpo, observe-se no espelho, compare os
pontos de seu corpo que mais lhe provocam
sensações prazerosas. Para ensinar um parceiro
a lhe dar satisfação, é necessário que você o
ensine. Não há vergonha alguma em aprender.
Geralmente o processo de descoberta e de
aprendizado por si só já é bastante
afrodisíaco.
2. Não focalize sua
atenção no orgasmo e sim, nas sensações!
Se você inicia um envolvimento sexual ansiando
logo pelo prazer final, há uma grande
probabilidade de haver, cedo ou tarde, alguma
forma de frustração, sua e/ou de seu parceiro.
A rotina impera! O objetivo passa a ser o fim,
e não o meio. No sexo, as coisas não funcionam
assim. O orgasmo é o coroamento de um
relacionamento sexual, muito desejado,
necessário, mas não indispensável em todos os
momentos. Por vezes, experimente gratificar
seu parceiro, dar-lhe boas sensações,
prorrogar ao máximo o clímax dele. Deixe
passar essa vez, adie para o próximo encontro.
É, sem dúvida, um tempero importante para
resgatar o desejo em um casal.
3. O risco como
afrodisíaco: limites para a saúde sexual
Buscar sexo em situações proibidas e de risco
é uma via de duas mãos. Sabemos que o medo de
leve intensidade pode estimular o desejo
sexual. No entanto, qual é o limite de
exposição a um risco, e em que circunstâncias
devemos interromper a atividade sexual para
não sofrermos danos?
Você não Sabe a
Resposta!
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